O RIO NÃO-SEI-O-QUÊ QUE NASCE NÃO SEI ONDE
O rio Nãosseioquê
que nasce em Nãosseionde
esconde:
uma panela velha, um degredo, um bonde, memórias de meu segredo, um medo...
Aonde? Aonde?
O rio Nãosseioquê
que nasce em Nãosseionde
revela:
um olhar da janela, uma vela, a foto dela já amarela, um anjo, um beijo de novela...
Estela! Estela!
O rio Nãosseioquê
que nasce não sei onde
revela, esconde, revela, esconde, revela, esconde, revela, esconde, revela, esconde, revela, esconde, revela, esconde, revela, esconde, revela, revela, esconde, revela, esconde, revela...
(Poema que dá título a meu novo livro. O texto de todo o livro está no link: http://www.4shared.com/dir/34716657/182668e1/sharing.html )
quarta-feira, 24 de março de 2010
Assinar:
Postar comentários (Atom)

Nenhum comentário:
Postar um comentário